Esse sou eu como era...

Esse sou eu como era...
...e de certa forma ainda sou.

sábado, 14 de abril de 2007

50 pila pro bandido

O cônsul-geral da França no Rio, Hugues Goisbault, passou pelo constrangimento de visitar o Morro da Mangueira exatamente no dia em que a cidade soube que a diplomacia francesa recomenda a seus cidadãos não se aproximarem das favelas cariocas e manterem sempre à mão uma nota de R$ 50 para entregar ao ladrão.

Deve ter pegado mal mesmo...só 50?!? É um insulto à nossa bandidagem! Pelo menos 100 e de quebra um cartão de crédito.

Depois nós libaneses é que somos unhas-de-fome.

terça-feira, 10 de abril de 2007

Mainardi

De todas as asneiras que ouvi o Diogo Mainardi dizer a última foi a pior! Esse mentecapto disse que o governo não deveria vincular a bolsa escola ao ato dos pais colocarem efetivamente seus filhos na escola, pois isto seria uma restrição à liberdade individual. Disse ainda que a ajuda deveria vir de qualquer firma e que o dinheiro poderia ser usado pelo beneficiário da maneira que bem entendesse como constatara nos anos 70 quando viveu nos EUA e muitos desempregados que recebiam ajuda do governo ficavam em casa puxando fumo...
Muito boa essa idéia Dr. Diogo! Como vamos mesmo reduzir o índice de analfabetismo do Brasil para que mais pessoas possam ler, se informar e poder votar com um pouco mais de consciência? Qual opção teria um jovem que deixou de ir para escola porque o pai teve o direito de optar por não o matricular e alfabetizá-lo?
A única vantagem de termos mais analfabetos é que "menas" pessoas vão ler as suas sandices!

sexta-feira, 6 de abril de 2007

Clive Barker - O Ladrão da Eternidade

Em uma de minhas muitas esperas em aeroportos - principalmente Congonhas - coprei um HQ do Clive Barker. É um conto infanto-juvenil mas a história é bem interessante e vale a pena conferir. Se chama "O Ladrão da Eternidade" e por ser infanto-juvenil nosso autor pega mais leve que o de costume. As ilustrações de Gariel Hernandez são bem interessantes, com um estilo totalmente surreal. Clive Barker retrata neste conto sensações de sua própria infância e segundo ele mesmo o protagonista tem tudo a ver com ele e com a percepção que tinha de que a vida era uma espera constante pelo próximo evento - halloween, natal, ação de graças, etc...